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Capítulo 10 - Do soerguimento da Academia de Medicina de São Paulo
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Capítulo 10

Do soerguimento da Academia de Medicina de São Paulo

1. Introdução

Guido Arturo Palomba, ao assumir o seu primeiro mandato como Presidente (2003-2004), diante de uma situação quase caótica, na qual não se sabia qual era o verdadeiro corpo de Acadêmicos, cadeiras e seus Patronos, bem assim em que categoria estavam, isso entre outros graves problemas, decidiu fechar as portas da Academia, para só reabri-la depois de reorganizada. Foram traçados três distintos passos: modificação do Estatuto; organização das cadeiras, Membros e Patronos conforme o Estatuto; e posse de novo Acadêmico conforme ritos estatutários. E, independentemente do tempo que levaria até a total reforma, ter por princípio o desejo de devolver importância à Academia de Medicina, como uma das principais entidades médicas paulistas e brasileiras, uma espécie de quarto passo.

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Guido Arturo Palomba

Fonte: Acervo do autor. Foto: Flávia Negrão

2. A aprovação do Estatuto Moderno

O primeiro passo, aprovação do Estatuto Moderno, foi difícil e trabalhoso, um labor quase que solitário, uma vez que o grupo dominante dos rumos da Academia, desde o início, foi contrário ao anteprojeto de modificação estatutária, a começar pelo artigo que elimina a figura do Presidente Eleito, a evitar o continuísmo. Depois, estabelecia-se processo democrático para a eleição de novo membro, não ficaria a admissão à titularidade única e exclusivamente ao querer de poucas pessoas, bem assim, seria instalada a vitaliciedade como princípio, e a eliminação de membro não se daria sem que passasse por rigoroso processo, com ampla defesa do eliminando, em duas instâncias, até a final votação, secreta, em Assembleia Geral. Seriam encerradas as práticas do número variável de vagas e do inconcebível critério de “promoção” de Membro Titular a Membro Emérito, tirando-lhe cadeira e Patrono, depois de 15 anos de titularidade ou ao completar 70 anos de idade.

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Estatuto Moderno

Fonte: Acervo do autor

No anteprojeto do Estatuto Moderno, ninguém perderia a cadeira, o Patrono e o direito a votar e a ser votado, entre outras providências, o que, a rigor, impediria a realização de quaisquer desejos individuais ou coletivos que não fossem a expressão da vontade da maioria dos Membros da Academia. Acabava-se, também, com os variadíssimos tipos de Membro, restrin­gindo-os a apenas quatro categorias, Titular, Emérito, Honorário e Correspondente. As cadeiras seriam limitadas a cento e trinta, com vitaliciedade e culto aos mestres e às tradições. Em suma, o anteprojeto do Estatuto Moderno trazia o respeito aos princípios básicos do espírito acadêmico: imortalidade, cadeira, Patronato, vitaliciedade e critérios democráticos para adentrar aos seus pórticos, com a necessidade de que cada candidato obtivesse a metade mais um dos votos válidos de todos os Membros votantes. Do contrário, a cadeira continuaria vaga.

Assim, em “clima de guerra”, na Assembleia Geral de 12 de novembro de 2004, o Estatuto Moderno da Academia de Medicina de São Paulo foi aprovado, com 74,3% de votos “sim” e 25,7% “não”, de todos os votos válidos.

3. Os Membros e suas cadeiras

O segundo passo exigiu uma série de providências visando a organizar o corpo da Academia, a começar pelos Membros Titulares, Honorários e Eméritos. A partir de um levantamento rigoroso, verificou-se que ao todo eram duzentos e trinta e um nomes.

Preliminarmente, estabeleceu-se critérios rígidos para esse tipo de trabalho, o que resultou a Resolução n. 1, de 16 de fevereiro de 2006, que “institui e regulamenta as condições para organizar o quadro de Membros da Academia de Medicina de São Paulo, em respeito ao vigente Estatuto Moderno, em seu art. 63 e art. 64”. Essa Resolução, com onze artigos, adota método de análise amplo e variado, que pondera o tempo de titularidade (usou-se o critério de quadriênio), a participação na tesouraria (adimplência), a participação em cargos da Academia, e votação, por voto secreto, pelos Membros de Diretoria.

Concluído este trabalho, foi apresentado o levantamento na Assembleia Geral de 12 de julho de 2006, composto de duas listas em ordem alfabética, uma com cento e dezesseis nomes de Membros Titulares ou Eméritos e outra com cento e quinze nomes de Membros Honorários.

Nenhum Acadêmico vivo naquela época e residente no Brasil deixou de constar em uma ou outra lista, as quais foram aprovadas “por unanimidade, com aplausos”.

Os cento e dezesseis nomes da primeira lista ocupariam as cento e trinta cadeiras (remanescendo quatorze vagas), os quais seriam, conforme o Estatuto Moderno, Membros Titulares ou Eméritos, com Patronos, com direito a votar e a ser votados. Os cento e quinze da outra lista seriam Membros Honorários, sem cadeira e portanto sem Patrono e sem direito a votar ou ser votados. Os Acadêmicos da primeira lista teriam obrigações específicas, entre elas, pagar taxa de anuidade, ao passo que a única obrigação dos Membros Honorários seria continuar honrando a Instituição à qual pertencem.

A lista dos Membros Honorários aprovada naquele dia é a que segue:

Membros Honorários em 15 de julho de 2006

Aldo Fazzi

Aldo Junqueira Rodrigues Júnior

Alexandre Medicis da Silveira

Alfredo Carlos Simões D. de Barros

Alfredo Halpern

Angelita Haabr Gama

Antonio André Magoulas Perdicares

Antonio Carlos Zanini

Antonio Lázaro Valeriano Marques

Antonio Morato Leite Neto

Arrigo Antonio Raia

Arthur Berlarmino Garrido Júnior

Bernardino Tranchesi Júnior

Carlos Alberto Affonso Ferreira

Cássio Ravaglia

Claudete Hajaj Gonzalez

Cláudio Cohen

Clóvis Martins

Dario Birolini

Desiderio Roberto Kiss

Eleuses Vieira de Paiva

Emilio Noel Cordeiro

Ernesto Lima Gonçalves

Euclydes Fontegno Marques

Evandro A. Rivitti

Fares Rahal

Luiz Alberto Bacheschi

Luiz Boro Puig

Luiz Carlos Arcon

Luiz Carlos Cucé

Luiz Carlos do Canto Pereira

Luiz dos Ramos Machado

Luiz Eugenio Garcez Leme

Luiz Gonzaga Bertelli

Luiz Gustavo Horta Barbosa Enge

Luiz Henrique Camargo Paschoal

Luiz Kulay Júnior

Luiz Venere Decourt

Luiz Yu

Marco Aurélio Cunha

Maria Augusta Peduti Dal’Molin Kiss

Maria Cristina Faria da Silva Cury

Mario Marques Francisco

Mario Rodrigues Louzã Neto

Marisa Campos Moraes Amato

Massayuki Okumura

Mauricio Rocha e Silva

Mirto Nelson Prandini

Nelson Ibañez

Nelson Rodrigues Netto Junior

Nelson Toloi Junior

Newton Kara José

Nilo Bozzini

Farid Abrahão José Pedro

Fernando Bueno Pereira Leitão

Fernando César Franco

Geraldo de Campos Freire

Geraldo Eduardo de Faria

Geraldo José Alckmin

Geraldo Rodrigues Lima

Geraldo Verginelli

Irany Novah Moraes

Issao Kameyama

Jayme de Oliveira Filho

João Alessio Juliano Perfeito

João Targino de Araújo

Joaquim José Gama Rodrigues

Joaquim Prado Pinto Moraes Filho

José Alexandre de Souza Sittart

José Alexandre Medicis da Silveira

José Antonio de Mello

José Antonio do Livramento

José Antonio Franchini Ramires

José Antonio Smith Nóbrega

José Antunes Rodrigues

José de Souza Meirelles Filho

José Manoel de Camargo Teixeira

José Pedro da Silva

José Rosemberg

Julio Croce

Lamartine Junqueira de Paiva

Lenine Garcia Brandão

Leo Ferreira dos Santos

Licio Marques de Assis

Nilton José Fernández Cavalcante

Oscar Resende de Lima

Oswaldo Ubriacco Lopes

Paulo Adolpho Teixeira

Paulo Marcio Coifmann

Pedro Salomão José Kassab

Raul de Aguiar Ribeiro

Raul Marino Junior

Renato Santiago Longo

Ricardo Pedrosa Duarte

Ricardo Renzo Brentani

Ronaldo Antonio Borghesi

Rubens Belfort Mattos Junior

Rubens Campos

Rubens José Gagliardi

Salvador José de T. Arruda Amato

Sergio Lustosa da Cunha

Silvio Antonio Monteiro Marione

Silvio Figueiredo Bocchini

Solange Pistori Teixeira

Sylvio Saraiva

Therezinha Ferreira Lorenzi

Vinicio Paride Conte

Wagner Farid Gattaz

Walter Belda Junior

Walter Bloise

Walter de Paula Pimenta

William Abrão Saad

William Saad Hossne

Willian Habib Chahade

Wilmes Roberto Gonçalves Teixeira

4. A numeração das cadeiras e os Patronos

Suplantada essa fase da organização, restava disciplinar a numeração das cadeias, os Patronos e seus respectivos ocupantes, Membros Titulares ou Eméritos. Esses receberam formulários para ser preenchidos e devolvidos à Academia, indicando o seu Patrono e o número de cadeira que gostaria de ocupar ou que já ocupava.

Assim, para disciplinar o trabalho, editou-se a Resolução n. 2, a qual compunha-se de treze artigos, seguintes:

RESOLUÇÃO n. 2

A Diretoria da Academia de Medicina de São Paulo, para organizar a numeração das cadeiras, Patronos e respectivos ocupantes, resolve:

Critério de organização das cadeiras e dos Patronos

Art. 1º O recebimento das respostas à Circular 01/07 encerrar-se-á em 31 de janeiro de 2007.

Art. 2º Todas as respostas à circular 01/07 serão elencadas em uma lista, por ordem alfabética de membros da Academia.

Art. 3º Os nomes de Patronos propostos terão que satisfazer o art. 3º do Estatuto.

Art. 4º O Acadêmico que não enviou resposta terá como Patrono o que lhe for designado pela Diretoria, bem como o número da cadeira.

Art. 5º Para fins de cumprimento do art. 4º desta Resolução a Diretoria terá por base a antiga lista de Patronos.

Art. 6º Se dois ou mais Acadêmicos indicaram o mesmo Patrono, será escolhido o que tiver maior número de afinidades seguintes:

1 – Mesma especialidade médica

2 – Grau de parentesco

3 – Identidade ideológica

4 – Relação mestre-discípulo

Art. 7º Sempre que possível será mantido o número da cadeira indicado pelo Acadêmico.

Art. 8º Se dois ou mais Acadêmicos indicarem o mesmo número de cadeira, terá preferência o Acadêmico mais antigo, conforme o ano de admissão.

Parágrafo Único. Persistindo o empate, terá preferência o Acadêmico que indicou o Patrono que nasceu primeiro.

Art. 9º Os Acadêmicos que não tiverem a indicação numérica selecionada pelos critérios do art. 8º e seu parágrafo único desta Resolução e os que não indicarem número ocuparão cadeiras numeradas de modo a ser mantidas algumas característica do número de seu CRM.

Art. 10 No caso do art. 9º, consideram-se características do CRM:

1 – Ser número dobrado

2 – Formar a mesma dezena

3 – Formar a mesma centena

Art. 11 Não havendo nenhuma característica a que se refere o art. 10º, o número da cadeira será por sorteio entre as remanescentes.

Art. 12. Após aprovação, pela Diretoria, da relação final, na mesma data será marcada Assembleia Geral Extraordinária, para votação.

Art. 13. Todos os membros da Academia, Titulares ou Eméritos, no ato da convocação a que se refere o art. 12, receberão a relação das cadeiras e de seus ocupantes.

Colhidos os dados e apresentado o resultado final em Assembleia Geral Extraordinária, de 15 de agosto de 2007, foi o trabalho aprovado in totum, por aclamação. O Presidente, Guido Arturo Palomba, agora no seu segundo mandato, ponderou aos presentes que “com a aprovação da lista proposta a reestruturação básica da Academia de Medicina de São Paulo estava concluída e o próximo passo, depois de registrada a Ata, será declarar vaga uma cadeira a ser preenchida por candidato eleito conforme o disposto no Estatuto” (livro de ata).

A lista de Membros Titulares e Eméritos, por ordem de cadeiras, aprovada naquele dia é a que segue:

Membros Titulares e Eméritos, Cadeiras e Patronos, em 15 de agosto de 2007

N. cadeira

Acadêmico

Patrono

Categoria

Ano/admissão

1

Guido Arturo Palomba

Luiz Pereira Barreto

Emérito

1992

2

Samoel Atlas

Octávio de Carvalho

Emérito

1978

3

Afiz Sadi

Rodolpho de Freitas

Emérito

1956

4

Luiz Celso Mattosinho França

Mário Rubens Guimarães Montenegro

Emérito

1986

5

Affonso Renato Meira

Alfonso Splendore

Emérito

1986

6

Jorge Michalany

Nagib Faris Michalany

Emérito

1965

7

Paulo Kassab

Mathias Octávio Roxo Nobre

Titular

1992

8

Durval Rosa Borges

Durval Sarmento Rosa Borges

Emérito

1983

9

Celso Carlos de Campos Guerra

Marcelo Pio da Silva

Titular

1997

10

Djalma Camargo Outeiro Pinto

Flamínio Fávero

Emérito

1976

11

Sebastião de Almeida Prado Sampaio

Arnaldo Augusto Vieira de Carvalho

Emérito

1970

12

Renato Andretto

Alípio Corrêa Neto

Titular

1997

13

Sergio Paulo Rigonatti

Mathias de Vilhena Valladão

Titular

1989

14

Munir Miguel Curi

Victor Spina

Titular

1997

15

Valentim Gentil Filho

Mário Yahn

Titular

1992

16

Luiz Fernando Pinheiro Franco

Oswaldo de Freitas Julião

Emérito

1990

17

Rui Telles Pereira

Nicolau de Moraes Barros

Titular

1993

18

Victor Strassmann

Álvaro Dino de Almeida

Titular

1989

19

Carlos Alberto Salvatore

José Medina

Emérito

1957

20

Sebastião André de Felice

Jacob Renato Woiski

Emérito

1984

21

Helio Begliomini

Benedicto Augusto de Freitas Montenegro

Emérito

1986

22

Nelson Guimarães Proença

Adolpho Carlos Lindenberg

Emérito

1984

23

José Luiz Gomes do Amaral

Gil Soares Bairão

Titular

2002

24

Yara Suely Romeu

Clemente Miguel da Cunha Ferreira

Emérito

1985

25

Edmund Chada Baracat

Adherbal Pinheiro Machado Tolosa

Emérito

1986

26

Paulo Jorge Moffa

Ennio Cósimo Damião Barbato

Emérito

1984

27

Jorge Alberto Fonseca Caldeira

João Paulo da Cruz Britto

Emérito

1966

28

Conceição Aparecida de Mattos Segre

Nemésio Bailão

Emérito

1985

29

Adib Domingos Jatene

Euryclides de Jesus Zerbini

Titular

1991

30

Aron Judka Diament

Antonio Frederico Branco Lefêvre

Emérito

1978

31

David Serson

Júlio Kieffer

Emérito

1982

32

Domingos Alves Meira

João Alves Meira

Emérito

1970

33

Geraldo Antonio de Medeiros Neto

Antonio Barros de Ulhôa Cintra

Titular

1992

34

Helga Maria Mazzarolo Cruz

Sylvio Soares de Almeida

Titular

1990

35

Josar de Carvalho Ribeiro da Silva

Antonio Ferreira de Almeida Júnior

Titular

1998

36

Fernando Proença de Gouvêa

Ignácio Proença de Gouvêa

Emérito

1979

37

Jair Xavier Guimarães

Manoel Dias de Abreu

Emérito

1966

38

Antonio Carlos Lopes

Celestino Bourroul

Titular

2002

39

Jenner Cruz

Francisco Borges Vieira

Emérito

1979

40

José Roberto de Souza Baratella

Virgílio Alves de Carvalho Pinto

Titular

1997

41

Moacyr Pádua Vilela

Felício Cintra do Prado

Emérito

1977

42

José Carlos Prates

Renato Locchi

Emérito

1978

43

Pedro Luiz Onófrio

Justiniano de Melo Franco

Emérito

1985

44

Luiz Camano

Costabile Gallucci

Emérito

1993

45

Ricardo Ferreira Bento

Cesário Nasianzeno de Azevedo Mota Magalhães Júnior

Titular

1991

46

Eulógio Emílio Martinez Filho

Carlos Chagas

Titular

1997

47

Aurélio Borelli

Edmundo Vasconcellos

Emérito

1986

48

Hudson Hübner França

Dante Pazzanese

Emérito

1966

49

Álvaro Eduardo de Almeida Magalhães

Rafael Penteado de Barros

Emérito

1967

50

Emil Sabbaga

José de Barros Magaldi

Emérito

1984

51

Linamara Rizzo Battistella

Domingos Rubião Alves Meira

Titular

1994

52

José Aristodemo Pinotti

Raul Carlos Briquet

Titular

1988

53

Giovanni Guido Cerri

Carlos da Silva Lacaz

Titular

1994

54

Antonio Spina França Netto

Enjolras Vampré

Emérito

1963

55

Marcus Vinícius Sadi

Carlos José Botelho

Titular

1997

56

Caio Roberto Chimenti Auriemo

Emílio Marcondes Ribas

Titular

2003

57

Angela Maggio da Fonseca

Domingos Delascio

Emérito

1984

58

Marcello Marcondes Machado

Diogo Teixeira de Faria

Emérito

1975

59

Celso Antonio de Carvalho

Antonio de Paula Santos

Emérito

1966

60

Thomaz Imperatriz Pricoli

Giovanni Baptista Líbero Badaró

Emérito

1978

61

Antonio Rubino de Azevedo

Álvaro Guimarães Filho

Emérito

1986

62

Rozeane Luppino

Vital Brazil

Titular

1997

63

Sergio Vieira Bettarello

Agostinho Bettarello

Titular

1992

64

Yvonne Capuano

Maria Augusta Generoso Estrela

Titular

2002

65

Sérgio Bortolai Libonati

Luiz Migliano

Emérito

1981

66

Nobolo Mori

Antônio Cândido de Camargo

Emérito

1984

67

Affonso Régulo de Oliveira Fausto

Vaga

68

Osório Taumaturgo César

Vaga

69

Octaviano Alves de Lima Filho

Oscar Monteiro de Barros

Emérito

1967

70

João Vicente Torres Homem

Vaga

71

Maria Odette Ribeiro Leite

Carlota Pereira de Queiroz

Emérito

1987

72

Alberto Nupieri

Vaga

73

Juarez Moraes Avelar

Georges Marcel Joseph Léon Arié

Titular

1990

74

Alberto de Mello Seabra

Vaga

75

Nelson Roque Paladino

Jairo de Almeida Ramos

Emérito

1987

76

Ruy Laurenti

Arnaldo Amado Ferreira

Titular

1999

77

Eduardo Paulino

José Martins Fontes

Titular

1993

78

Suel Abujamra

Duílio Crispim Farina

Titular

1993

79

Joaquim José de Carvalho

Vaga

80

José Luiz Lemos da Silva

José Pereira Gomes

Emérito

1958

81

Arary da Cruz Tiriba

Adolpho Lutz

Titular

1976

82

Nelson Fontana Margarido

Eurico da Silva Bastos

Emérito

1981

83

Sérgio Almeida de Oliveira

Ovídio Pires de Campos

Emérito

1982

84

Licurgo José Franceschini

Zepherino Vaz

Emérito

1967

85

Cid Célio Jayme Carvalhaes

Paulino Watt Longo

Titular

2003

86

Nicolau Vergueiro

Vaga

87

Roberto Costa

Anibal Cypriano da Silveira Santos

Titular

1997

88

Alberto Rossetti Ferraz

Anísio de Toledo

Emérito

1979

89

Adnan Neser

Adolpho Schmidt Sarmento

Emérito

1985

90

Reginaldo Antonio Lotumolo

Mário Fittipaldi

Emérito

1984

91

Adil Muhib Samara

Plínio de Mattos Barretto

Titular

2003

92

Noedir Antonio Groppo Stolf

Durval Bellegard Marcondes

Emérito

1979

93

Daniel Romero Muñoz

Oscar Freire de Carvalho

Emérito

1985

94

Maurício Mota de Avelar Alchorne

Humberto Cerrutti

Titular

1993

95

Marcos Túlio Martino Meniconi

Antonio Caetano de Campos

Titular

2003

96

Inacio Emílio Aquiles Betoldi

Vaga

97

Luiz Gonzaga de Amarante Cruz

Vaga

98

Maria de Lourdes Mendes Carneiro Pinheiro Franco

Walter Edgard Maffei

Titular

2002

99

Roberto Godoy

Oswaldo Gonçalves Cruz

Emérito

1987

100

Fabio Xerfan Nahas

Américo Brasiliense de Almeida Mello

Titular

1993

101

Oswaldo Paulino

Geraldo Horácio de Paula Souza

Emérito

1966

102

Paulo Manuel Pêgo Fernandes

Antonio de Almeida Prado

Titular

1997

103

André Teixeira Lima

Vaga

104

Alexandre Gabriel Júnior

Otto Guilherme Bier

Titular

1999

105

Nadim Farid Safatle

José Ayres Netto

Emérito

1985

106

José de Almeida Camargo

Vaga

107

Evaristo da Veiga

Vaga

108

Antonio Baptista Cauduro

Guilherme Ellis

Titular

1994

109

Demerval Mattos Júnior

Antonio Bernardes de Oliveira

Titular

1999

110

José Pindaro Pereira Plese

Rolando Ângelo Tenuto

Emérito

1994

111

José Mandia Netto

Sergio de Paiva Meira Filho

Titular

1994

112

Wagner José Gonçalves

Carmen Escobar Pires

Titular

1997

113

José Rodrigues Louzã

Mário Rodrigues Louzã

Emérito

1984

114

Nelson Colleoni

Eurico Branco Ribeiro

Emérito

1986

115

Yoshio Kiy

Luiz Manuel de Rezende Puech

Emérito

1979

116

Salomon Benabou

Synesio Rangel Pestana

Titular

1994

117

Milton Borrelli

Gilberto Menezes de Góes

Titular

1994

118

Fabio Ferraz do Amaral Ravaglia

Ernesto de Souza Campos

Titular

1997

119

José Antonio Levy

Oswaldo Lange

Emérito

1976

120

Lygia Busch Iversson

Reynaldo Kuntz Busch

Titular

1991

121

Miguel Luiz Antonio Modolin

Francisco Elias de Godoy Moreira

Titular

1994

122

Antonio Luisi

Hilário Veiga de Carvalho

Emérito

1967

123

Antonio Carlos Gomes da Silva

Rubens Monteiro de Arruda

Emérito

1985

124

Ceci Mendes Carvalho Lopes

Armando Bozzini

Emérito

1984

125

Heloisa Oria

José Oria

Emérito

1985

126

Mário Ottoni de Rezende

Vaga

127

Rolf Gemperli

Antonio Carlos Pacheco e Silva

Titular

1993

128

Domingos Auricchio Petti

Cantídio de Moura Campos

Titular

1988

129

Cândido Espinheira

Vaga

130

Luiz Baccalá

Armando de Aguiar Pupo

Titular

1989

5. O Último Presidente Eleito

É preciso registrar que entre o primeiro (2003-2004) e o segundo (2007-2008) mandatos de Guido Palomba, presidiu a Academia de Medicina de São Paulo o Acadêmico Luiz Fernando Pinheiro Franco (2005-2006), que foi o último Presidente Eleito do antigo Estatuto. No Estatuto Moderno (em vigor a partir de 2004), nas Disposições Transitórias consta que “a próxima eleição de Diretoria, e apenas este pleito, será para todos os cargos, exceto o de Presidente, que será ocupado pelo último Presidente Eleito do antigo Estatuto”, ou seja, na passagem do antigo para o Estatuto Moderno, embora neste terminasse a fase da existência do Presidente Eleito, preservaram-se os direitos até então adquiridos, os quais expiraram por completo com o término do mandato de Pinheiro Franco, o último Presidente Eleito. Este, aliás, foi fundamental no processo de reorganização da Academia, de modo especial ao cultivar e estreitar os laços com outras entidades médicas, entre elas, as três mais importantes da Medicina paulista: a Associação Paulista de Medicina, o Conselho Regional de Medicina e o Sindicato dos Médicos de São Paulo. Dessa semente bem regada, resultou que, em 27 de junho de 2007, na sede do Conselho Regional de Medicina, criou-se a Federação das Entidades Médicas do Estado de São Paulo, sendo consideradas fundadoras as três entidades mencionadas mais a Academia de Medicina de São Paulo.

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Luiz Fernando Pinheiro Franco

Fonte: Acervo do autor

6. A reabertura da Academia

O terceiro passo da organização da Academia propunha posse de novo Acadêmico, sob os ritos estatutários.

Além das quatorze cadeiras que não foram preenchidas em 15 de agosto de 2007, vagara, em 2008, a cadeira n. 2, com o falecimento de Samoel Atlas. Em homenagem a esse grande vate da Medicina brasileira, ilustre Acadêmico que tanto prestigiou, trabalhou e foi determinante para a reorganização da Academia, Guido Palomba declarou vaga a cadeira n. 2 e abertas as inscrições para o seu preenchimento.

Foram inscritos onze candidatos, dos quais apenas um não concorreu, pois não preenchia todos os critérios necessários de elegibilidade. O pleito se deu em dois turnos, já que, no primeiro, nenhum candidato obteve a maioria absoluta dos votos. Em segundo escrutínio, venceu Marilene Rezende Melo.

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Samoel Atlas

Fonte: Acervo do autor






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